Muitos prefeitos baianos têm reclamado da queda das
receitas para justificar a falta de ação. Ou, até mesmo, para conceder
reajustes. No município de Jitaúna, o prefeito Edson Silva (PT) decidiu
mexer no próprio bolso. O salário que passa a pingar a partir deste mês vai
ficar menor em R$ 2 mil para ele. O gestor recebe R$ 15 mil por mês.
Não só o capilé dele, mas do vice-prefeito e dos
secretários e ocupantes de cargos de confiança serão reduzidos,
proporcionalmente. Edson não informa qual será a economia feita com a redução
dos vencimentos, mas afirma que hoje o município gasta R$ 900 mil por mês
apenas com a folha.
A medida é temporária, mas evitará, segundo Edson,
a demissão de 50 servidores. A redução de salário foi comentada pelo deputado
estadual Marcelino Gallo, também do PT, considerou a decisão histórica e
exemplar “para muitos prefeitos”.
Muitos
prefeitos baianos têm reclamado da queda das receitas para justificar a
falta de ação. Ou, até mesmo, para conceder reajustes. No município de
Jitaúna, o prefeito Edson Silva (PT) decidiu mexer no
próprio bolso. O salário que passa a pingar a partir deste mês vai ficar
menor em R$ 2 mil para ele. O gestor recebe R$ 15 mil por mês.
Não só o capilé dele, mas do vice-prefeito e dos secretários e ocupantes de cargos de confiança serão reduzidos, proporcionalmente. Edson não informa qual será a economia feita com a redução dos vencimentos, mas afirma que hoje o município gasta R$ 900 mil por mês apenas com a folha.
A medida é temporária, mas evitará, segundo Edson, a demissão de 50 servidores. A redução de salário foi comentada pelo deputado estadual Marcelino Gallo, também do PT, considerou a decisão histórica e exemplar “para muitos prefeitos”.
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Não só o capilé dele, mas do vice-prefeito e dos secretários e ocupantes de cargos de confiança serão reduzidos, proporcionalmente. Edson não informa qual será a economia feita com a redução dos vencimentos, mas afirma que hoje o município gasta R$ 900 mil por mês apenas com a folha.
A medida é temporária, mas evitará, segundo Edson, a demissão de 50 servidores. A redução de salário foi comentada pelo deputado estadual Marcelino Gallo, também do PT, considerou a decisão histórica e exemplar “para muitos prefeitos”.
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Muitos
prefeitos baianos têm reclamado da queda das receitas para justificar a
falta de ação. Ou, até mesmo, para conceder reajustes. No município de
Jitaúna, o prefeito Edson Silva (PT) decidiu mexer no
próprio bolso. O salário que passa a pingar a partir deste mês vai ficar
menor em R$ 2 mil para ele. O gestor recebe R$ 15 mil por mês.
Não só o capilé dele, mas do vice-prefeito e dos secretários e ocupantes de cargos de confiança serão reduzidos, proporcionalmente. Edson não informa qual será a economia feita com a redução dos vencimentos, mas afirma que hoje o município gasta R$ 900 mil por mês apenas com a folha.
A medida é temporária, mas evitará, segundo Edson, a demissão de 50 servidores. A redução de salário foi comentada pelo deputado estadual Marcelino Gallo, também do PT, considerou a decisão histórica e exemplar “para muitos prefeitos”.
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Não só o capilé dele, mas do vice-prefeito e dos secretários e ocupantes de cargos de confiança serão reduzidos, proporcionalmente. Edson não informa qual será a economia feita com a redução dos vencimentos, mas afirma que hoje o município gasta R$ 900 mil por mês apenas com a folha.
A medida é temporária, mas evitará, segundo Edson, a demissão de 50 servidores. A redução de salário foi comentada pelo deputado estadual Marcelino Gallo, também do PT, considerou a decisão histórica e exemplar “para muitos prefeitos”.
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